A substituição do ácido linoléico por ácido α-linolênico ou ácido graxo poliinsaturado n-3 de cadeia longa evita esteatohepatite não alcoólica induzida pela dieta ocidental


O desequilíbrio nos ácidos graxos poliinsaturados n-6 (PUFA) e n-3 PUFA na dieta ocidental pode aumentar o risco de doença hepática gordurosa não alcoólica (NAFLD). Este estudo investiga o impacto da substituição do ácido linoléico por ácido α-linolênico (ALA) ou PUFA n-3 de cadeia longa (LC) e, portanto, diminuindo a proporção de ácidos graxos n-6: n-3 em alto teor de gordura e frutose (HFHF) esteatohepatite não alcoólica induzida por dieta (NASH). Ratos Sprague-Dawley machos foram divididos em quatro grupos e alimentados com dieta controle, dieta HFHF (proporção n-6: n-3 de 200), dieta HFHF com ALA (proporção n-6: n-3 de 2) ou dieta HFHF com LC n-3 PUFA (proporção n-6: n-3 de 5) por 24 semanas. Ratos alimentados com dieta HFHF com razão n-6: n-3 de 200 resultaram em esteatose hepática, intolerância à glicose induzida, resistência à insulina e estresse oxidativo acompanhados por aumento nos marcadores de inflamação, lipídios plasmáticos e níveis de aminotransferase. O exame histopatológico do fígado confirmou ainda o estabelecimento de NASH. A suplementação de ALA e LC n-3 PUFA preveniu a esteatose hepática e a dislipidemia ao inibir a lipogênese e aumentar a sensibilidade à insulina. Além disso, a suplementação com n-3 PUFA atenuou o estresse oxidativo hepático, restaurando o estado antioxidante, diminuindo a inflamação e preservando a arquitetura hepática. Esses achados sugerem que a redução da razão n-6: n-3 evitou a NASH induzida por HFHF ao atenuar o estresse oxidativo e a inflamação.



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