1.000 pessoas evacuadas dentro e ao redor de uma vila no oeste do Canadá enquanto um incêndio florestal se intensifica em meio à onda de calor Noticias do mundo


Em meio a uma onda de calor sem precedentes no Canadá, que se acredita ter matado centenas, incêndios florestais carbonizaram a cidade canadense de Lytton, forçando as autoridades a evacuar 1.000 residentes na cidade e em seus arredores, informaram as agências de notícias. A província de British Columbia registrou 62 novos incêndios nas últimas 24 horas. Quase 90 por cento de Lytton, que fica 250 quilômetros a noroeste de Vancouver, foi queimada.

O primeiro-ministro Justin Trudeau conversou com o primeiro-ministro da Colúmbia Britânica, John Horgan, e garantiu-lhe o apoio do governo canadense ao povo de Lytton.

Lytton tem 250 residentes que foram evacuados na noite de quarta-feira, um dia depois de a temperatura subir para 49,6 graus Celsius (121 graus Fahrenheit). A ordem de evacuação foi estendida na noite de quarta-feira aos residentes de cerca de 100 propriedades ao norte de Lytton. Até o momento, nenhum ferimento ou morte relacionado aos incêndios foi relatado.

Nos últimos 5 dias, Vancouver relatou 486 mortes “repentinas e inesperadas”, o que está muito acima do número normal de 165 mortes em um período semelhante.

A causa do incêndio ainda não foi determinada, enquanto o incêndio foi classificado como “fora de controle” e está estimado em 6.400 hectares de tamanho, disseram os relatórios.

“As últimas 24 horas foram devastadoras para os residentes de Lytton”, escreveu o ministro da Defesa, Harjit Sajjan, no Twitter.

O que aconteceu em Lytton

Esta cidade, que está a 50 graus N de latitude, quase a mesma de Londres, se tornou um dos lugares mais quentes do mundo no domingo. Na segunda-feira, o mercúrio subiu para 47,9 graus e na terça-feira, 49,6 graus. Na quarta-feira, a temperatura caiu e caiu abaixo de 39 graus, um incêndio devastou a cidade em 15 minutos antes que as autoridades pudessem emitir uma ordem oficial de evacuação.

A situação da onda de calor foi atribuída ao fenômeno denominado cúpula de calor, no qual o ar de impacto fica preso por frentes de alta pressão que o empurram de volta ao solo. Em tal situação, a formação de nuvens é evitada, o que, por sua vez, leva a mais aquecimento.



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