A excreção urinária de 6-sulfatoximelatonina reflete a secreção de melatonina pineal no hamster Djungarian (Phodopus sungorus)


Para monitorar a função pineal no hamster Djungarian (Phodopus sungorus), medimos a excreção urinária do metabólito da melatonina 6-sulfatoximelatonina (aMT6s) em intervalos de 3 horas por radioimunoensaio. Hamsters mantidos em fotoperíodo longo (LP, LD 16: 8) ou fotoperíodo curto (SP, LD 8:16) mostraram ritmos diários marcados na excreção de aMT6s, com níveis elevados durante a fase escura. Em ambos os fotoperíodos, encontramos grandes diferenças interindividuais, principalmente na amplitude do sinal. No entanto, a amplitude e a duração da excreção noturna de aMT6s foram maiores em SP do que em LP. A exposição à luz à noite (180 mW / m2, 30 min) causou uma diminuição na excreção de aMT6s, indicando que a glândula pineal é a principal fonte de aMT6s urinária. Além disso, houve uma correlação significativa entre os conteúdos noturnos de melatonina pineal / plasmática e a excreção de aMT6s de 24 horas. Concluímos que as medições de aMT6s fornecem um índice válido e quantitativo da síntese de melatonina pineal nesta espécie de hamster. Como uma vantagem na determinação do conteúdo de melatonina pineal, esta abordagem permitirá estudos não invasivos de longo prazo de animais individuais em condições ambientais variáveis.



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