WiFi: Trai rejeita a visão do DoT de estender as normas de licenciamento para provedores públicos de Wi-Fi – Últimas Notícias


Nova Délhi: o regulador do setor rejeitou a chamada do Departamento de Telecomunicações para estender as normas de licenciamento aplicáveis ​​aos provedores de serviços de Internet (ISPs) e operadores de redes virtuais (VNOs) à recém-proposta categoria de agregadores de escritórios públicos de dados (PDOAs), afirmando que esse cenário prejudicaria a capacidade deste último de fornecer serviços públicos acessíveis Serviços WiFi e aumentar a penetração da banda larga.

“Pedir que os PDOAs operem sob uma licença VNO-ISP, projetada para regular ISPs integrados, derrotaria todo o objetivo deste exercício e mataria a inovação no estágio inicial”, a Autoridade Reguladora de Telecom da Índia (Trai) disse em resposta na sexta-feira a PontoA referência anterior das recomendações de março de 2017 sobre Wi-fi Serviços. Acrescentou que, portanto, “não concorda com a proposta do DoT de conceder uma licença UL (VNO-ISP)” a um PDOA.

Em março de 2017, Trai havia recomendado um modelo agregador, sugerindo que uma nova categoria de DOP entregasse serviços públicos de WiFi sem licença. Ele também sugeriu que esses agregadores trabalhem com pequenos empreendedores que forneceriam os locais ou ‘escritórios públicos de dados’ (PDOs) para essa implantação em massa de WiFi.

Trai também se opôs à sugestão do DoT de restringir as operações de PDOAs ao nível do distrito, dizendo que tal medida seria injustificada e também tornaria a implementação da estrutura proposta da Interface de Rede de Acesso Wi-Fi (WANI) comercialmente inviável e complicada. O regulador acredita que a estrutura da WANI melhora a segurança da comunicação e reduz o risco de invasão.

Além disso, o regulador do setor acrescentou que as regras atuais de licenciamento para VNOs / ISPs são “muito complexas” e sua implementação nos PDOAs também desencorajaria automaticamente startups, desenvolvedores de aplicativos e pequenos lojistas a estabelecer hotspots Wi-Fi públicos.



O DoT havia defendido que um PDOA fosse tratado como um VNO / ISP licenciado – com uma taxa de entrada única de Rs 10.000 no nível do distrito – sob as regras atuais de licenciamento não-autorizado, pois essas entidades também adquiriam clientes via e-KYC e adquirir largura de banda dos ISPs / TSPs e também precisar manter a segurança e o armazenamento de dados.

A Trai, por sua vez, também se opôs ao apelo do DoT para impor uma taxa de licença de Re 1 por ano às PDOAs por meio do modelo de compartilhamento de receita. Observando que havia claramente recomendado que as entidades registradas como PDOAs sob a estrutura da WANI não precisassem pagar nenhuma taxa com base na participação nas receitas. valor devido da taxa de licença ao governo sobre a receita obtida com essa conectividade.

Três anos atrás, o regulador do setor havia solicitado que o DoT alterasse ISP permita regras, libere novas bandas de espectro e agilize as etapas para tornar os dispositivos de acesso Wi-Fi mais baratos, tocando em serviços Wi-Fi acessíveis em locais públicos, visando aumentar a penetração da banda larga.

Trai também disse que o envolvimento conjunto de agregadores e pequenos empresários aumentaria as oportunidades de emprego e incentivaria o empreendedorismo nas áreas rurais.


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