Perfis nutricionais e lipídicos em espécies de peixes marinhos do Brasil

A composição centesimal e os perfis lipídicos foram avaliados no tecido muscular de quatro espécies de peixes brasileiros pelos métodos gravimétricos de Kjeldahl e Bligh & Dyer e cromatografia gasosa, respectivamente. Os valores de umidade, proteína, lipídio total e cinzas (g / 100g) variaram de 71,13 a 78,39; 18,10 a 19,87; 1,05 a 9,03; e 1,03 a 1,73, respectivamente. O ácido palmítico foi prevalente entre os ácidos graxos saturados (10,89-20,38%) e o ácido oleico foi o principal ácido monoinsaturado identificado (4,26-15,77%). Os ácidos eicosapentaenóico-EPA (6,41-10,66%) e docosahexaenóico-DHA (9,12-30,20%) foram os ácidos poliinsaturados mais prevalentes. Os valores médios, indicativos da qualidade nutricional, foram: Poliinsaturados / saturados (P / S) (1,11-1,47), ω6 / ω3 (0,08-0,21), relações de ácido hipocolesterolêmico / hipercolesterolêmico (HH) (0,87-2,43), índice de aterogenicidade (IA) (0,26-0,60) e índice de trombogenicidade (IT) (0,20-0,44). Esses resultados demonstraram que os perfis lipídicos das espécies estudadas são de qualidade nutricional.

Palavras-chave:

CG; DHA; EPA; Ácidos graxos; Peixes marinhos.


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