Parlamento da UE aprova resolução exigindo direito ao aborto seguro


Os legisladores da UE aprovaram uma resolução pedindo aos 27 países do bloco que garantam o direito ao aborto legal e seguro em um esforço para melhorar a saúde sexual e reprodutiva das mulheres.

A resolução não vinculativa, aprovada por 378 a 255 votos, disse que a pandemia Covid-19 limitou o acesso a muitos serviços essenciais para a saúde e direitos sexuais e reprodutivos, ilustrando como a pandemia afetou mais as mulheres do que os homens.

A votação ocorreu no mesmo dia de um referendo em Gibraltar sobre se deveria flexibilizar uma das leis de aborto mais rígidas da Europa.

Embora a maior parte da Europa tenha legalizado o aborto, alguns países impõem restrições e profundas divisões sobre os direitos ao aborto permanecem.

Ativistas de direitos humanos dizem que os direitos das mulheres na Europa têm sofrido pressão nos últimos anos, especialmente na Polônia, cujo governo nacionalista introduziu uma proibição de fato do aborto.

A resolução parlamentar exorta os países da UE a intensificar os exames de saúde regulares, melhorar o acesso a contraceptivos e tratamentos de fertilidade e combater a pobreza menstrual.

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Ele pede que leis sejam aprovadas para salvaguardar os direitos das pessoas intersex e exige uma melhor educação sexual para as crianças.

A votação seguiu-se a um acalorado debate na Câmara, onde os parlamentares acabaram votando em mais de 50 emendas à resolução.

Os apoiadores argumentaram que o fortalecimento da saúde e dos direitos sexuais e reprodutivos era necessário para garantir a igualdade e honrar os direitos humanos democráticos.

Os oponentes disseram que o acesso ao aborto não melhoraria a saúde das mulheres e que o direito à vida era fundamental.



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