Papel da glândula pineal na etiologia e tratamento do câncer de mama


A hipótese de que a função diminuída da glândula pineal pode promover o desenvolvimento de câncer de mama em seres humanos é sugerida pela relação entre câncer de mama e excesso de estrogênio prolongado, e pela observação de que a secreção pineal, melatonina, inibe a produção de estrogênio ovariano, gonadotrofina pituitária produção e desenvolvimento e maturação sexual. A hipótese é sustentada pelos seguintes pontos. (1) A calcificação pineal é mais comum em países com altas taxas de câncer de mama e menor em áreas com baixa incidência; as incidências de calcificação pineal e de câncer de mama são moderadas entre a população negra nos Estados Unidos. (2) A clorpromazina aumenta a melatonina sérica; há relatos de que pacientes psiquiátricas em uso de clorpromazina têm uma incidência menor de câncer de mama. (3) Embora faltem informações sobre o câncer de mama, a pineal e a melatonina podem influenciar a indução e o crescimento tumorais em animais experimentais. (4) A demonstração de um receptor de melatonina no ovário humano sugere uma influência direta desse hormônio na função ovariana e, possivelmente, na produção de estrogênio. (5) Acredita-se que a secreção pineal prejudicada seja um importante fator desencadeante da puberdade (a menarca precoce é um fator de risco para câncer de mama).



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