Nutrientes em peixes e possíveis associações com fatores de risco de doenças cardiovasculares na síndrome metabólica


As doenças não transmissíveis (NSDs) são responsáveis ​​por dois terços de todas as mortes em todo o mundo, enquanto as doenças cardiovasculares (DCV) sozinhas são responsáveis ​​por quase metade delas. Para reduzir o impacto da DCV, ter como alvo os fatores de risco modificáveis ​​compreendidos na síndrome metabólica (por exemplo, circunferência da cintura, perfil lipídico, pressão arterial e glicose no sangue) é de grande importância. Os efeitos benéficos do consumo de peixe nas DCV foram revelados nas últimas décadas, e alguns estudos sugerem que o consumo de peixe pode ter um papel protetor na prevenção da síndrome metabólica. O peixe contém uma variedade de nutrientes que podem contribuir para benefícios para a saúde. Esta revisão examina as recomendações atuais para a ingestão de peixes como fonte de vários nutrientes (proteínas, ácidos graxos n-3, vitamina D, iodo, selênio e taurina) e seus efeitos na síndrome metabólica e nos fatores de risco de DCV. Peixes gordurosos são recomendados devido aos seus altos níveis de ácidos graxos n-3, porém peixes magros também contêm nutrientes que podem ser benéficos na prevenção de DCV.

Palavras-chave: aminoácidos; doença cardiovascular; risco cardiovascular; dieta; Peixe gordo; consumo de peixe; peixes magros; síndrome metabólica; nutrientes; proteína.



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