Medicina complementar e alternativa no autismo: a questão do ômega-3


O uso de medicina complementar e alternativa é amplamente difundido entre crianças com transtorno do espectro do autismo (TEA), mas estudos metodologicamente rigorosos ainda são necessários para estabelecer seus efeitos. Neste artigo, abordamos o papel do ômega-3 no tratamento de TEA, revisando a literatura relevante destacada por pesquisas no PubMed de 1949 até o presente. De acordo com os critérios da medicina baseada em evidências (ou seja, ensaios clínicos randomizados), os dados não apóiam a eficácia do tratamento com ômega-3 em crianças com TEA. No entanto, com base em experiências anedóticas e em estudos não randomizados, não podemos excluir que possa haver um subconjunto de pessoas com TEA que respondem a esse tipo de abordagem. Propomos uma série de perguntas a serem respondidas por estudos futuros para esclarecer o possível papel do ômega-3 no tratamento de TEA.



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