Medicamentos complementares e alternativos no câncer de próstata: da bancada à cabeceira?


O uso de medicina complementar e alternativa (CAM) é comum entre adultos, e relatórios recentes sugerem que 25% -50% dos pacientes com câncer de próstata (CaP) usam pelo menos uma modalidade de CAM. As modalidades de CAM mais comuns usadas por pacientes com CaP são vitaminas e preparações à base de ervas com supostos efeitos antitumorais, apesar de apenas evidências pré-clínicas ou clínicas subjacentes modestas de eficácia. Nesta revisão, fornecemos uma breve visão geral dos estudos científicos e clínicos básicos subjacentes às preparações de ervas e vitaminas mais comuns, incluindo antioxidantes comuns, extrato de romã, chá verde, cúrcuma, resveratrol, silibinina e preparações de combinação de ervas. Quando disponíveis, os dados dos ensaios clínicos de câncer de próstata são revisados. É importante notar que comparamos a concentração desses agentes usados ​​em experimentos in vitro com a que é provável que seja atingida em humanos. A partir dos dados disponíveis, concluímos que não há evidências suficientes para apoiar o uso de CAMs para o tratamento de pacientes com câncer de próstata fora de um ensaio clínico. O objetivo desta revisão é avaliar com mais rigor a terapia CAM no câncer de próstata e educar oncologistas e pacientes. Esta revisão concentra-se em exemplos das classes gerais de agentes de uso comum.



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