Lamentações iraquianas tentam invadir embaixada dos EUA após ataques aéreos mortais

Centenas de pessoas iraquianas estão tentando invadir a embaixada dos EUA em Bagdá após ataques aéreos americanos que mataram 25 combatentes de uma milícia xiita apoiada pelo Irã.

Os enlutados realizaram funerais para os mortos em uma área da capital iraquiana, depois dos quais marcharam para a Zona Verde, fortemente fortificada, até chegarem à ampla embaixada dos EUA lá.

Jornalistas em cena viram a multidão cantando tentando invadir a embaixada.

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Protestos anti-EUA na Praça Tahrir, Bagdá (AP)
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Protestos anti-EUA na Praça Tahrir, Bagdá (AP)

A multidão tentou entrar no interior da embaixada, atirando garrafas de água e quebrando câmeras de segurança do lado de fora.

As forças armadas dos EUA realizaram os ataques no domingo contra a milícia Kataeb Hezbollah, apoiada pelo Irã, um ato de retaliação pelo assassinato de uma empreiteira americana na semana passada, em um ataque com foguete contra uma base militar iraquiana, atribuída ao grupo.

O ataque dos EUA – o maior alvo de uma milícia sancionada pelo Estado iraquiano nos últimos anos – e os pedidos de retaliação representam uma nova escalada na guerra por procuração entre os EUA e o Irã que estão ocorrendo no Oriente Médio.

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As consequências dos ataques aéreos (AP)
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As consequências dos ataques aéreos (AP)

Guardas de segurança foram vistos recuando para o interior da embaixada quando os manifestantes se aproximaram.

Os manifestantes também foram vistos pendurando bandeiras amarelas pertencentes à milícia Kataeb Hezbollah apoiada pelo Irã nas paredes da embaixada.

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, disse que as greves transmitem a mensagem de que os EUA não tolerarão ações do Irã que ponham em risco as vidas americanas.

A milícia iraquiana, apoiada pelo Irã, prometeu retaliar os ataques dos EUA no Iraque e na Síria, que também deixaram dezenas de outros feridos.

O ataque e os votos de vingança levantaram preocupações sobre novos ataques que poderiam ameaçar os interesses americanos na região.

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O QG da milícia Kataeb Hezbollah, ou Brigadas do Hezbollah, está em ruínas (AP)
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O QG da milícia Kataeb Hezbollah, ou Brigadas do Hezbollah, está em ruínas (AP)

O ataque dos EUA indignou tanto as milícias quanto o governo iraquiano, que disse que reconsiderará seu relacionamento com a coalizão liderada pelos EUA – a primeira vez que o fará desde que um acordo foi firmado para manter algumas tropas americanas no país.

O governo iraquiano chamou o ataque de "flagrante violação" de sua soberania.

Em uma reunião parcialmente televisionada na segunda-feira, o primeiro-ministro iraquiano Adel Abdul-Mahdi disse aos membros do gabinete que ele havia tentado interromper a operação nos EUA, "mas havia insistência" das autoridades americanas.

As forças armadas dos EUA disseram que "ataques defensivos de precisão" foram realizados contra cinco locais do Kataeb Hezbollah, ou Brigadas do Hezbollah no Iraque e na Síria.

O grupo, que é uma força separada do grupo militante libanês Hezbollah, opera sob o guarda-chuva das milícias sancionadas pelo Estado, conhecidas coletivamente como Forças de Mobilização Popular. Muitos deles são apoiados pelo Irã.


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