Evidências de que os locais de ligação da melatonina na pars tuberalis não medeiam as ações fotoperiódicas da melatonina na secreção de LH e prolactina em ovelhas


Um experimento foi desenhado para determinar se a pars tuberalis é o local de ação da melatonina envolvida no controle fotoperiódico de LH e secreção de prolactina em ovinos. Na tentativa de produzir um efeito de ‘dia curto’ sobre esses hormônios (ou seja, estimulação da secreção de LH e inibição da liberação de prolactina), microimplantes de melatonina foram colocados ao redor da haste hipofisária (n = 6) ou no terceiro ventrículo (n = 5) como um controle para a eficácia do microimplante. Dois grupos com operação simulada foram tratados com microimplantes vazios ao redor da haste hipofisária (n = 4) ou no terceiro ventrículo (n = 3). Outros dois grupos de controle não receberam melatonina (n = 5) ou um implante de melatonina sc (n = 6). A administração de um implante de melatonina sc é conhecido por estimular a secreção de LH e inibir a liberação de prolactina em ovelhas inibidas fotoperiodicamente. Durante o experimento (mais de 75 dias), não houve aumento significativo nas concentrações de LH para as ovelhas que receberam melatonina ao redor do pedúnculo pituitário. Uma falta de resposta semelhante foi observada nas ovelhas não tratadas ou com tratamento simulado. Em contraste, as concentrações de LH aumentaram em ovelhas tratadas com o microimplante de melatonina no terceiro ventrículo no dia 37 (+/- 4) e permaneceram altas até o dia 62 (+/- 4). Da mesma forma, nas ovelhas que receberam um implante sc, as concentrações de LH aumentaram no dia 39 (+/- 4) e permaneceram altas até o final do estudo. Além disso, a melatonina causou uma inibição da secreção de prolactina em relação aos controles apenas quando entregue a esses locais (iesc e no terceiro ventrículo, mas não ao redor da haste hipofisária). (RESUMO TRUNCADO EM 250 PALAVRAS)



Source link

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.