Donald Trump: O CEO da Parler diz que o aplicativo de mídia social, preferido pelos apoiadores de Trump, pode não retornar – Últimas Notícias

Plataforma de mídia social Falar, que ficou escuro depois de ser cortado por grandes provedores de serviço que acusaram o aplicativo de não policiar conteúdo violento, pode nunca mais ficar online, disse seu CEO John Matze.

Como uma procissão de vendedores de negócios rompeu os laços com o site de dois anos após a invasão do Capitólio dos EUA na semana passada, Matze disse em uma entrevista à Reuters na quarta-feira que não sabe quando ou se ele vai voltar.

“Pode ser nunca”, disse ele. “Não sabemos ainda.”

O aplicativo informou em um processo judicial que tem mais de 12 milhões de usuários.

Matze disse que Parler estava conversando com mais de um serviço de computação em nuvem, mas se recusou a revelar nomes, citando a probabilidade de assédio para as empresas envolvidas. Ele disse que a melhor coisa seria se Parler pudesse voltar Amazonas. Parler abriu na segunda-feira uma ação contra a empresa, que a Amazon.com Inc disse não ter mérito.

Amazon cortou Parler, plataforma preferida por partidários do presidente dos Estados Unidos Donald Trump, fora de seus servidores neste fim de semana por não conseguir moderar efetivamente o conteúdo violento. Apple Inc e o Google, da Alphabet Inc, também expulsou Parler de suas lojas de aplicativos.

“É difícil saber quantas pessoas estão nos dizendo que não podemos mais fazer negócios com elas”, disse Matze.

Matze disse que a empresa está considerando processar outros fornecedores, mas não quis dizer mais nada.




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