CURCUMA LONGA COMO ERVA MEDICINAL NO TRATAMENTO DE COMPLICAÇÕES DIABET- IC

Curcuma longa L. (açafrão) da família do gengibre (Zingiberaceae) pertence ao grupo das plantas de especiarias mais antigas cultivadas nos países do sudeste asiático. Por muitos anos o rizoma dessa planta tem sido usado também como uma droga segura e ativa para o tratamento de várias doenças crônicas, especialmente do diabetes mellitus (DM). A substância ativa da cúrcuma – curcumina (diferuloilmetano), possui múltiplas propriedades terapêuticas. Nos últimos anos, muitas pesquisas detalhadas (testes in vito e in vivo) juntamente com ensaios clínicos revelaram suas valiosas atividades biológicas relacionadas às suas propriedades antiinflamatórias, antioxidantes e preventivas do câncer, que são apresentadas em inúmeras publicações (1-6) . A nível molecular, foi afirmado que a curcumina inibe a proliferação celular, a criação de metástases e a apoptose. Atualmente, grande atenção tem sido dada à curcumina como bloqueador de TNF-s, que são os principais mediadores da maioria dos distúrbios inflamatórios (7). A principal causa do bloqueio das extensas investigações farmacológicas e clínicas da curcumina é sua solubilidade extremamente baixa em água e fluidos de órgãos. Conseqüentemente, essa característica limita sua biodisponibilidade sistêmica e torna difícil o uso da curcumina como remédio terapêutico (até o momento). O objetivo principal da pesquisa conduzida atualmente é alcançar o aumento da solubilização e biodisponibilidade deste promissor agente não tóxico.


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