Apple alerta sobre riscos de crimes cibernéticos se a UE forçá-la a permitir software de terceiros


Apple alerta sobre riscos de crimes cibernéticos se a UE forçar a permissão de outros softwares
maçã na quarta-feira intensificou suas críticas à EU rascunho de regras que o forçariam a permitir que usuários instalassem software de fora de sua App Store, citando os riscos apresentados por cibercriminosos e malware.

A fabricante do iPhone tem criticado ferozmente as regras propostas pelo chefe antitruste da UE, Margrethe Vestager, que foram anunciadas no ano passado em uma tentativa de controlar a Apple, Amazon, Facebook e a unidade Alphabet Google.


Com base nos comentários do CEO Tim Cook em junho sobre os riscos à privacidade e segurança dos iPhones, a Apple publicou na quarta-feira uma análise sobre as ameaças do chamado side-loading.

“Se a Apple fosse forçada a oferecer suporte ao sideload, aplicativos mais prejudiciais atingiriam os usuários porque seria mais fácil para os cibercriminosos atacá-los – mesmo que o sideload fosse limitado apenas a lojas de aplicativos de terceiros”, disse o relatório.

Ele alertou sobre a migração de aplicativos maliciosos para lojas de terceiros e infecção de dispositivos de consumo, enquanto os usuários teriam menos controle sobre os aplicativos baixados.

O estudo citou dados do provedor de serviços de segurança cibernética Kaspersky Lab, que mostrou que quase seis milhões de ataques por mês afetam dispositivos móveis Android.

A Apple também atacou os anunciantes digitais com os quais está em desacordo sobre seus novos controles de privacidade projetados para impedi-los de rastrear usuários do iPhone.

“Grandes empresas que dependem da publicidade digital alegam que perderam receita devido a esses recursos de privacidade e podem, portanto, ter um incentivo para distribuir seus aplicativos via sideload especificamente para contornar essas proteções”, disse o relatório.

O projeto de regras de Vestager precisa da luz verde dos legisladores da UE e dos países da UE antes de se tornarem leis, provavelmente em 2023.

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