Algumas partes da China lutam contra o fornecimento restrito de vacinas Covid-19: mídia estatal

Moradores de algumas partes da China que estão lutando contra o fornecimento apertado de vacinas contra o coronavírus não receberam suas segundas doses a tempo, mas a crise diminuirá em junho, conforme a produção está aumentando, disse um funcionário da saúde à mídia estatal.

O ritmo da campanha massiva de inoculação da China diminuiu, para uma média diária de cerca de 3,3 milhões de doses nos sete dias até segunda-feira, ante o número correspondente de 4,2 milhões na semana até 12 de abril, segundo cálculos da Reuters.

“No momento, o fornecimento doméstico de vacinas está relativamente apertado, mas a partir de maio, especialmente depois de junho, a situação vai melhorar significativamente”, disse Zheng Zhongwei, diretor de uma equipe que coordena projetos de desenvolvimento de vacinas, ao Global Times em uma entrevista.

Zheng não disse a gravidade da crise ou quais áreas estavam tensas. O Global Times, publicado pelo jornal oficial do Partido Comunista no poder, não disse quanto tempo as pessoas nessas áreas tiveram que esperar pelo segundo tiro.

Na quarta-feira, a China havia dado mais de 200 milhões de doses de vacinas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, e pretende inocular 40% de sua população até o verão.

Grandes cidades como Pequim e Xangai ampliaram os esforços de vacinação para incluir estrangeiros, com o ritmo em algumas cidades ultrapassando a média nacional, já que a China prioriza o fornecimento para as principais províncias.

A capital, Pequim, por exemplo, inoculou mais da metade de sua população de 21,5 milhões.

Neste mês, Zheng disse que a China provavelmente terá produzido 3 bilhões de doses das vacinas até o final do ano, o que permite atender à demanda no segundo semestre de 2021.

As diretrizes nacionais da China permitem intervalos de até oito semanas entre as duas doses de vacinas desenvolvidas pelas empresas nacionais Sinopharm e Sinovac Biotech.

As autoridades locais devem garantir que a segunda dose possa ser administrada em oito semanas, disse Mi Feng, porta-voz da Comissão Nacional de Saúde.

“Evite a situação em que não há dose após a primeira”, disse ele em entrevista coletiva na quarta-feira.


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