Ácidos graxos poliinsaturados ômega-3 de cadeia longa em ecossistemas naturais e na dieta humana: suposições e desafios


Nas últimas três décadas, estudos de biomoléculas essenciais, ácidos graxos poliinsaturados de cadeia longa da família ômega-3 (LC-PUFAs), a saber, ácido eicosapentaenóico (20: 5n-3, EPA) e ácido docosahexaenóico (22: 6n-3 , DHA), fizeram um progresso considerável, resultando em várias suposições importantes. No entanto, novos dados, que continuam a aparecer, desafiam essas suposições. Com base na literatura atual, é feita uma tentativa de reconsiderar as seguintes suposições: 1. Existem classes de algas de alta e baixa qualidade nutritiva. 2. O EPA e o DHA diminuem com o aumento da eutrofização nos ecossistemas aquáticos. 3. Os animais precisam de EPA e DHA. 4. Os peixes são a principal fonte alimentar de EPA e DHA para humanos. 5. O tratamento culinário diminui o EPA e o DHA nos produtos. Conforme demonstrado, algumas das premissas acima precisam ser substancialmente especificadas e alteradas.

Palavras-chave: tratamentos culinários; ácido docosahexaenóico; ácido eicosapentaenóico; eutrofização; peixe; qualidade nutritiva.



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