A vacina Pfizer-BioNTech Covid-19 pode exigir terceira dose, empresas buscam aprovação | Noticias do mundo


A vacina Pfizer-BioNTech Covid-19, vendida sob a marca ‘Comirnaty’, pode exigir uma terceira dose para funcionar de forma mais eficaz contra a cepa original da doença coronavírus (Covid-19), relataram agências de notícias na manhã de sexta-feira, citando um declaração das empresas de um dia atrás. A terceira injeção de Covid-19 também deve fornecer melhor proteção contra a variante Beta, identificada pela primeira vez na África do Sul, e a variante Delta, encontrada na Índia, de acordo com os dados provisórios de um ensaio em andamento com a vacina.

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A Pfizer e a BioNTech anunciaram na quinta-feira que buscariam a aprovação regulatória para a terceira dose de sua vacina Covid-19, em vista dos dados do ensaio provisório que mostraram que uma terceira dose pode elevar os níveis de anticorpos de cinco a 10 vezes contra as referidas variantes de o coronavírus em comparação com as duas primeiras doses sozinhas. Isso, na verdade, fornecerá melhor proteção do que a prática atual de administrar dois tiros, dizia o comunicado.

O desenvolvimento vem depois que a vacina foi relatado ser menos eficaz contra a variante Delta do vírus SARS-CoV-2. Um estudo, publicado na revista ‘Nature’, mostrou que uma única injeção da vacina Pfizer-BioNTech, ou mesmo da AstraZeneca, “mal” induziu anticorpos neutralizantes contra a cepa Delta Covid-19.

A vacina Pfizer-BioNTech Covid-19 estava perdendo eficácia após seis meses, disse o governo israelense no início desta semana. De acordo com a Bloomberg, dados do ministério da saúde de Israel mostraram que a vacina Pfizer Covid-19 protegeu 64% da população do país contra o vírus entre 6 de junho e início de julho, ante os 94% anteriores.

Esse declínio foi observado em meio ao surgimento e aumento de casos da variante Delta no país, revelaram os dados. Comentando sobre o assunto, a Pfizer-BioNTech disse que a terceira dose pode ser necessária dentro de seis a 12 meses após a vacinação completa para proteção completa.

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À luz dessas descobertas, a Pfizer-BioNTech anunciou que as empresas estão trabalhando em uma vacina específica para Delta, cujo primeiro lote já foi fabricado nas instalações da BioNTech em Mainz, Alemanha.

No entanto, são necessários mais estudos nesta área e as empresas antecipam que os ensaios clínicos comecem em agosto, sujeitos a aprovações regulatórias.

“As empresas esperam publicar dados mais definitivos em breve, bem como em um jornal revisado por pares e planejam enviar os dados ao FDA (Food and Drug Administration), EMA (European Medicines Agency) e outras autoridades regulatórias nas próximas semanas, “disse o comunicado.



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